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  • Estado negocia reabertura de Bibliotecas Parque

    Fechadas desde dezembro de 2016 por conta da crise no estado, as três bibliotecas parque da cidade (Rocinha, Manguinhos e Centro) podem voltar a funcionar em 2018. Pelo menos é o que pretende a secretaria estadual de Cultura, que vem tentando costurar acordos com a prefeitura do Rio (para reabrir as duas primeiras) e com a Memória da Eletricidade, entidade cultural sem fins econômicos instituída pela Eletrobras, sua principal mantenedora (interessada na do Centro). A ideia da instituição é, além de manter o espaço do Avenida Presidente Vargas e seu acervo de 250 mil itens, transferir para lá todo o material relativo à história da implantação e do desenvolvimento da indústria da eletricidade no país, como adiantou Ancelmo Gois, em sua coluna, no GLOBO.

    A quarta unidade das bibliotecas parque, em Niterói, não preocupa no momento: foi assumida pela prefeitura da cidade, por meio de um convênio, e permanece aberta.

    No caso da Biblioteca Parque do Centro, a negociação ainda está engatinhado. A assinatura da cessão de uso, que estava prevista para esta sexta-feira, não aconteceu, segundo a secretaria de Cultura, porque o ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, não pôde vir ao Rio. Segundo a Memória da Eletricidade, ainda há vários passos a serem dados para que fique tudo acertado, entre eles três fundamentais e relacionados entre si: o enquadramento da iniciativa na Lei Rouanet; a definição do aporte, por parte da Eletrobras, da verba necessária para a reabertura do espaço; e a assinatura do Protocolo de Intenções, documento não vinculante no qual estarão definidos ações e procedimentos que cada parte deverá realizar antes de sacramentar o Termo de Cessão.

    "Os três pontos ainda estão sendo negociados, não havendo prazo para a conclusão das conversas e, portanto, também não havendo prazo para a reabertura do espaço ou mesmo para a assinatura do Protocolo de Intenções", informou a instituição, em nota.

    Já as bibliotecas parque da Rocinha e de Manguinhos fazem parte de um pacote que o governo do estado negocia com a prefeitura do Rio. A intenção é devolver à prefeitura R$ 1,5 milhão residuais dos R$ 19 milhões repassados no passado ao IDG - organização social (OS) responsável por manter as bibliotecas, que desistiu da empreitada em dezembro de 2016 -, juntamente com a administração das duas unidades.

    - Recebendo esse dinheiro de volta, eles podem assumir a Rocinha e Manguinhos - conta a subsecretária adjunta de Planejamento e Gestão, Valdineia Balthazar, em conversações com a secretaria municipal de Planejamento e Gestão do município. - Estamos estudando custos para fechar esta cessão de uso. Já enviamos para eles todos os dados relativos aos acervos e as estimativas de custo mensais.
    Em Manguinhos, o acervo tem 30 mil itens e os usuários cadastrados chegam a 255 mil. Na Rocinha, são 14 mil itens, e 150 mil usuários cadastrados.

    Ainda segundo Valdineia, reabrir os equipamentos culturais tem sido um trabalho hercúleo:

    - Estou à frente desta força tarefa para reabrir as três bibliotecas. Quanto mais rapidamente conseguirmos isso, melhor. Há várias formas possíveis de pagamento pelo uso dos espaços que independem de dinheiro. Entrar e mantê-los abertos já é um pagamento imenso.



  • Peter Jackson confirma que Harvey Weinstein 'barrou' atrizes assediadas em 'Senhor dos anéis'

    RIO — O diretor de "Senhor dos aneís", Peter Jackson, confirmou nesta sexta-feira que o produtor acusado de assédio Harvey Weinstein foi responsável por impedir as atrizes Ashley Judd e Mira Sorvino de trabalharem na trilogia.

    Na onda de acusações envolvendo o chefão hollywoodiano, ambas disseram terem sido vítimas de assédio. Sua recusa às investidas de Weinstein, segundo as duas, foi responsável por impedí-las de trabalhar nos longas, o que agora é confirmado por Jackson em uma entrevista ao site "Stuff", da Nova Zelândia.

    Segundo o diretor, apesar de sua vontade inicial de usar Judd e Sorvino no filme, a produtora Miramax, de Weinstein, respondeu que as duas eram "um pesadelo para trabalhar". O contato aconteceu em 1998, quando a produtora para realizar o longa ainda não estava definida. Apesar de achar que a recomendação não era falsa na época, por não ter motivos, Peter Jackson agora admite que pode ter sido vítima de informações incorretas à respeito das atrizes, como retaliação das ações de Weinstein.

    "Eu agora suspeito que nós recebemos informações sobre essas duas mulheres talentosas - e como resultado seus nomes foram removidos da lista de atores", disse o diretor.

    Após as declarações, as atrizes se manifestaram no Twitter. Ashley disse "se lembrar bem" do caso, e Mira , dizendo já ter "suspeitado" na época, agradeceu a Peter Jackson pelas palavras.



  • Gary Oldman sofreu intoxicação por nicotina após viver Churchill em filme

    RIO — Gary Oldman revelou, em entrevista ao "Hollywood Reporter", que sofreu intoxicação por nicotina apór fumar cerca de US$ 20 mil em charutos durante as filmagens de "O destino de uma nação". No filme, o ator interpreta o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill, papel que vem sendo cotado para uma indicação ao Oscar.

    Oldman, de 59 anos, disse que fumou cerca de 400 charutos num intervalo de 48 dias. Os charutos escolhidos foram os cubanos Romeo Y Julieta, favoritos de Churchill. Como cada um custa cerca de US$ 50, pode-se calcular que US$ 20 mil dos US$ 30 milhões de orçamento do filme foram gastos nisso.

    "Eu tive uma intoxicação de nicotina séria", conta Oldman na entrevista. "Tinha um charuto com três-quartos fumado, então eu acendia e após algumas tomadas ele acabava. Aí alguém da equipe trocava por um novo. Fazíamos isso por 10 ou 12 tomadas por cena."

    Para o diretor do longa, Joe Wright, tudo isso foi um pequeno sacrifício em nome do filme. "Este era Winston Churchill. Não dava para interpretá-lo sem um charuto", declarou também ao "Hollywood Reporter".

    O Destino de Uma Nação - Trailer Oficial

    Dirigido por Joe Wright ("Orgulho e preconceito", de 2005; "Desejo e Reparação", de 2007; e "Anna Karenina", de 2012), a cinebiografia de Churchill também contará com Lily James, Ben Mendelsohn e Kristin Scott Thomas no elenco. A produção chega aos cinemas americanos em 22 de dezembro e em 12 de janeiro na Grã-Bretanha.



  • Atrizes vão usar roupas pretas no Globo de Ouro em protesto contra casos de assédio sexual

    LONDRES — Em 2018, o Globo de Ouro irá além da celebração às melhores produções do cinema e da televisão, e servirá, também, como palco de um grande protesto. Diversas atrizes, sejam elas apresentadoras ou indicadas aos prêmios — incluindo nomes como Meryl Streep, Emma Stone e Jessica Chastain — vão optar por figurinos pretos em protesto aos inúmeros casos de assédio sexual em Hollywood que vieram à tona nos últimos meses. Links Globo de Ouro

    Segundo a revista "People", a tendência terá início no Globo de Ouro, mas a tendência é que seja mantida durante toda a temporada de premiações. Uma fonte confirmou a informação para a publicação: "todas as atrizes que irão ao Globo de Ouro estarão protestando ao usar apenas vestidos pretos".

    Nos últimos meses, diversos atores e atrizes de peso se pronunciaram contra o assédio sexual, movimento iniciado após o jornal "The New York Times" expor relatos que denunciaram o comportamento do megaprodutor Harvey Weinstein. Estrelas como Gwyneth Paltrow, Salma Hayek e Lena Headey revelaram publicamente casos de assédio protagonizados por Weinstein contra elas.

    Depois da revelação, outros homens da indústria foram acusados de assédio, incluindo Kevin Spacey, Louis CK, Brett Ratner, James Toback e Jeffry Tambor. Todos negaram as acusações. O movimento ganhou cada vez mais atenção, e a revista "TIME" nomeou como "Personalidade do ano" todas as mulheres que, de forma corajosa, denunciaram homens abusadores.

    Uma das mais importantes premiações da temporada, o Globo de Ouro será realizado no dia 7 de janeiro, com apresentação do comediante Seth Meyers.



  • 'Bum bum tam tam', de MC Fióti, ganha versão com J Balvin e Future

    RIO — O funk "Bum bum tam tam", do paulistano MC Fióti, foi um dos grandes hits do ano no país. O clipe, lançado no canal do produtor Kondzilla no YouTube, em março, tem cerca de 480 milhões de visualizações, sendo o nono vídeo musical mais assistido no Brasil em 2017. O sucesso por aqui gerou uma repercussão internacional considerável, sendo divulgada por nomes como o jogador Neymar e o astro teen Shawn Mendes. E ganhou, em outubro, um remix do rapper americano Jason Derulo. Agora, "Bum bum tam tam" se prepara para alçar voos ainda maiores.

    Uma nova versão da música chegou aos serviços de streaming nesta sexta-feira. Nela, MC Fióti divide o microfone com dois peso-pesados: o colombiano J Balvin — astro do reggaeton que teve o terceiro clipe mais assistido em todo o mundo ("Mi gente") e parceiro de Anitta em "Downtown" — e o rapper americano Future — que em fevereiro tornou-se primeiro artista da História a emplacar dois discos inéditos na lista de mais vendidos da "Billboard" em semanas consecutivas, com "Future" e "Hndrxx". O remix conta ainda com a rapper britânica Stefflon Don e com o produtor espanhol Juan Magán.

    — A versão do Derulo foi uma surpresa para todos nós, ainda mais porque ele fez por vontade própria. Isso fez o público olhar ainda mais para o funk, mas acredito que essa nova remix vai mudar o mercado mundial em relação ao funk. Acredito que vai abrir muitas portas — comemora MC Fióti, que começou a carreira como cantor e, diante das dificuldade de bancar produtores, viu "despertar o dom da produção".

    Versão 2 bum bum tam tam

    A ideia nasceu em um e-mail enviado pela Island Records, um dos selos da Universal Music, à Fióti ("uma proposta irrecusável", lembra ele). Na nova versão, a famosa "flauta envolvente que mexe com a mente" — nada menos que um sample da "Partita em Lá Menor", de Johann Sebastian Bach — que abre a música original, segue lá, embalando a melodia que ganhou temperos de reggaeton, urban music e rap, assim como a batida original criada por Fióti. A mistura de idiomas — português, espanhol e inglês — faz a faixa, que nasce pronta para as pistas, ser ainda mais acessível para diferentes mercados.balvinfuture.jpg

    — Acredito que a parceria vai render muito para a minha carreira. Acompanho os artistas. O J Balvin traz esse ritmo latino e sempre ouvi muito rap internacional. O Future é apenas um dos muitos que eu sou fã, como Dr. Dre, Ice Cub, Tupac, Eazy-E, Notorious B.I.G.... — cita o paulistano.

    Graças à explosão de "Bum bum tam tam", Fióti teve um ano movimentado, fazendo, em média, 30 shows por mês, "em todos os cantos do Brasil". Para o futuro, ele sonha sonha alto:

    — Minha meta é apenas continuar mostrando mais o funk para o mundo... Enquanto alguns escondem a origem, em, MC Fióti, vou sempre levar o funk comigo e nunca vou tirar o MC do meu nome. Vou mostrar para o mundo inteiro que nosso funk é cultura, sim. E, se Deus quiser, vou criar vários e vários hits mundiais, seja cantando ou produzindo. MC Fioti - Bum Bum Tam Tam (KondZilla)