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OGlobo
  • Veja o trailer de 'Phantom Thread', o último filme de Daniel Day-Lewis

    RIO — Vencedor do Oscar três vezes, pelos filmes "Lincoln" (2012), "Sangue negro" (2007) e "Meu pé esquerdo" (1989), Daniel Day-Lewis surpreendeu o mundo ao anunciar sua aposentadoria dos palcos em junho deste ano. Ao fim de seus 40 anos de carreira, o artista deixará para os fãs sua participação no drama "Phantom Thread", que será lançado em fevereiro de 2018 no Reino Unido e em dezembro deste ano nos EUA. No Brasil, o filme não tem previsão de lançamento.

    LEIA MAIS:Análise: O adeus precoce do ator Daniel Day-Lewis

    Nesta segunda-feira, o primeiro trailer oficial do filme, dirigido por Paul Thomas Anderson (parceiro de Lewis em "Sangue Negro"), foi divulgado. No vídeo é possível identificar que a trama se passará na capital inglesa nos anos 1950, após a 2ª Guerra Mundial, e que o personagem de Lewis é um alfaiate contratado para fazer roupas para a realeza.

    Um fato curioso sobre o filme é que o guitarrista do Radiohead, Jonny Greenwood, foi convidado para compor a trilha sonora de "Phantom Thread".

    Assista ao vídeo:

    PHANTOM THREAD - Official Trailer



  • Orquestra Sinfônica Brasileira retorna em concerto leve e festivo

    RIO — Sob aplausos prolongados da plateia, assovios e gritos de "bravo", os músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira se levantam de suas cadeiras em agradecimento. O público também fica de pé para a ovação. A cena típica em encerramentos de concertos inaugurou a apresentação da OSB nesse domingo, dia 22. Foi um gesto simbólico num evento idem. Marcou o renascimento da orquestra, a primeira vez que ela subiu num palco em dez meses. A maioria dos seus admiradores já a dava por falida de vez, de tão grave que era a sua situação financeira (ainda há salários atrasados a serem pagos, aliás).LInks OSB

    Mas eis que patrocinadores surgiram - Nova Transportadora do Sudeste, Brookfield, Vale e Bradesco - citados no palco num discurso introdutório feito pelo presidente da Fundação OSB, Eleazar de Carvalho Filho. Ele pediu apoio do público, por meio de doações, e frisou não haver dinheiro do poder público no orçamento da orquestra. Foi uma sutil crítica à Prefeitura do Rio, que decidiu abandonar o conjunto sinfônico com 77 anos de tradição.

    Para um grupo que passou tantos meses parado (e seus músicos foram fazer outras atividades para sobreviver, como dirigir carros particulares), a orquestra mostrou uma impressionante unidade sonora. Obviamente, há muitas arestas a serem aparadas. Mas o que se ouviu no concerto de retorno, na Sala Cecília Meireles, foi uma combinação de instrumentistas de alta qualidade, fazendo música com entusiasmo e apuro. O repertório leve e sem grandes desafios colaborou para o sucesso do concerto.

    O maestro paulistano Roberto Tibiriçá, que abriu mão de seu cachê para participar do evento histórico, também discursou e explicou que foram descartadas obras "robustas" como sinfonias e escolhidas peças "leves, alegres, festivas" para o programa. A primeira foi a abertura da ópera "O morcego", de Johann Strauss Jr. O som macio das cordas prenunciou uma performance calorosa. A primeira entrada dos metais foi forte (a acústica da sala, intimista e reverberante, potencializa o som desses instrumentos). Ao chegar à última obra do programa, o concerto para piano e orquestra n.1 de Chopin, as trompas, trompetes e trombone já haviam calibrado o som e se integrado bem ao resto do conjunto: uma bela metáfora de adaptação, palavra-chave na história de renascimento da OSB.

    OSB na Sala_016.jpgTibiriçá rege desenhando a música. Mesmo quem não tem a menor familiaridade com os gestos de um regente consegue entender muitas de suas indicações. Prioriza os gestos relativos à dinâmica e interpretação sobre a rígida marcação de tempo. É um regente conhecido por dar liberdade aos músicos e criar a performances democraticamente com eles. Mais que grandes voos de imaginação, o que os artistas se preocuparam em dar ao público foi um som bonito, sem os desencontros ou a rispidez que poderia decorrer do longo hiato (os ensaios aconteceram apenas na semana do concerto). Cumpriram esse objetivo principal.

    Se as três valsas de Tchaikovsky (da ópera "Eugene Onegin" e dos balés "Lago dos cisnes" e "A bela adormecida") poderiam ter mais sensualidade, a fluência das execuções foi louvável. Da mesma forma, o concerto de Chopin dá margem para maior poética, para um fraseado mais respirado e com mais cantabile da orquestra, mas as vozes internas foram bem destacadas, as madeiras soaram quentes. O solista, Leonardo Hilsdorf (que também abdicou de cachê), foi correto e introspectivo, sem tampouco alçar grandes voos. Num concerto que já passou pelos dedos prodigiosos de pianistas como Rubinstein, Arrau, Argerich, etc. (que deixaram gravações de referência), a comparação é cruel. Vale destacar o aveludado tecido sonoro que a orquestra fez no movimento lento para Hilsdorf mostrar sua arte. O que transpareceu, acima de tudo, foi o prazer de todos em estar ali, e isso contagiou o público.

    Cotação: bom



  • Renee Zellweger viverá Judy Garland na cinebiografia da atriz

    RIO — Conhecida mundialmente por viver a personagem Bridget Jones nos cinemas, Renee Zellweger interpretará Judy Garland, a eterna Dorothy do "Mágico de Oz", na cinebiografia da atriz. Batizado de "Judy", o filme começará a ser rodado em fevereiro de 2018 e alguns nomes já foram anunciados para o projeto. As informações são do "Hollywood Reporter".

    Tom Edge, conhecido por seu trabalho na série "The Crown", é responsável pelo roteiro do longa. O diretor do filme será o inglês Rupert Goold — vencedor de dois prêmios Oliver e indicado uma vez ao Tony.

    LEIA MAIS:Judy Garland foi molestada por anões em 'O mágico de Oz', relata livro de ex-marido

    Sobre a trama, "Judy" se passará em 1968, quando Garland chegou a Londres para fazer uma série de apresentações. A história se passa 30 anos depois de a atriz dar a vida a Dorothy no cinema. Não mais uma adolescente, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, sua relação com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean.



  • Gretchen e Valesca Popozuda vão se apresentar juntas no Prêmio Multishow

    xgretchen-valesca.jpg.pagespeed.ic.hqqGLUOkG1 (1).jpgRIO — Vai ter muito lacre e batalha de divas na 24ª edição do Prêmio Multishow de música, premiação que acontece nesta terça-feira, no Rio, com transmissão ao vivo pelo canal. E o EXTRA adiantou, em primeira mão, uma das grandes surpresas: o encontro entre Gretchen e Valesca Popozuda. As duas vão fazer um número juntas na abertura do prêmio, que promete arrasar.

    LEIA MAIS: Diversidade será o foco principal do prêmio Multishow

    Ainda colhendo os louros de ter participado do lyric vídeo "Swish swish", da estrela pop americana Katy Perry, Gretchen desembarcou no Brasil na última quarta-feira. Morando atualmente em Mônaco, na França, a mãe de Thammy tem agenda lotada, com mais de 20 shows até dezembro.

    Em sua biografia, lançada em 2015, a eterna rainha do bumbum declarou que Valesca era a legitima herdeira do seu rebolado: “Eu a considero quase uma cria minha. É uma artista que canta, dança e se compõe. (...) É uma batalhadora que faz seu trabalho com dignidade”.

    O prêmio contará ainda com apresentações especiais, como a primeira perfomance ao vivo de "Sua cara", com Anitta, Pabllo Vittar e o americano Diplo.



  • Bono Vox sobre Trump: 'Não acredito em uma palavra que sai da boca dele'

    LINKS_U2RIO — Em entrevista ao "Fantástico" neste domingo, o vocalista do U2, Bono Vox, e o baixista do grupo, Adam Clayton, falaram sobre política, corrupção e O novo álbum, "Songs of experience", que deve ser lançado em 1º de dezembro. Previsto para sair anteriormente, o disco sofreu algumas alterações para soar mais atual diante de acontecimentos como a eleição de Trump e o Brexit no Reino Unido.

    Clayton, no entanto, diz que o álbum não foi engavetado: "Nós queríamos ver o que aconteceria. Como artistas, era importante ver em qual contexto essas músicas estariam, e fizemos algumas mudanças, mas não muitas. Então estamos prontos para lançá-lo agora", justificou.

    Para Bono, estamos vivendo um "apocalipse político e pessoal".

    "Queria me aprofundar na escrita dessas novas músicas. Afinal, uma hora você se pergunta: por que alguém precisaria de outro álbum do U2? Há muitos deles por aí. Então, eu tive que torná-lo muito pessoal, você vai ver, muitas músicas são cartas para o nosso público, meus filhos e filhas. Há uma carta à América chamada American Soul", disse o vocalista.

    No Brasil para quatro shows, o grupo apresentou a turnê comemorativa dos 30 anos do álbum "Joshua Tree". Segundo Bono, eles não têm planos de fazer outra excursão pelo mundo com esta turnê.A corrupção está em todo o lado, não apenas no Brasil. Vocês têm problemas sérios aqui, porque é um país rico. Quando você tem petróleo, gás, minerais, você atrai todos os bandidos. Mas isso tem cura. É a transparência

    "Este é um show como se não pudéssemos repetí-lo. Foi uma jornada que nós apreciamos, e é difícil dizer adeus, e estamos nos despedindo no Brasil. Isso traz sentimentos estranhos. Não vamos mais tocá-lo, este é o plano, a não ser que haja mudanças", afirmou o músico.

    O vocalista também falou sobre como se mantém informado sobre a questão econômica e política no Brasil:

    "Eu cofundei esse grupo chamado ONE Campaing, que combate a pobreza extrema onde quer que exista. Temos quase cem mil membros aqui no Brasil. Então, daquela organização, recebo informações constantes sobre o que está acontecendo".

    "Estou interessado em saber como enfrentar o problema da corrupção. A corrupção está em todo o lado, não é apenas no Brasil. Vocês têm alguns problemas sérios aqui, porque é um país rico, e eles chamam isso de maldição de recursos. Quando você tem petróleo, gás, minerais, você atrai todos os bandidos. Na África, eles têm um provérbio: reze para que não descubram o petróleo. Porque traz todos os maus. Mas, assim como uma doença — a corrupção, que mata mais crianças do que a malária —, tem cura. E a cura é transparência."

    RELAÇÃO COM DONALD TRUMP

    O líder do U2 ainda fez críticas a Donald Trump. Perguntado se trabalharia com o atual presidente americano por uma causa nobre, o músico hesitou.

    "Devemos desenhar um limite quando se trata de Donald Trump", destacou ele. "Trabalharia com ele, talvez, se eu realmente acreditasse nas suas palavras. Acho que ele se distanciou de forma hostil do próprio partido. Não acredito em uma palavra que sai da boca dele."

    Ao fim, o cantor aproveitou para acrescentar que Trump ataca grupo "diretamente": "É pessoal quando ele fala sobre os manifestantes. Ele disse: 'antigamente nós batíamos nesses caras'. Isso é um convite à violência contra quem protesta. Eu nasci protestando. Então, isso foi um ataque pessoal a nós"